quinta-feira, 30 de abril de 2009

Lições aprendidas no Zôo S. Paulo:

Recentemente (há quinze dias atrás), em 16 de abril, estive com os meus alunos em uma grande aventura: a visita ao Jardim Zoológico. O passeio tem aquele sabor de infância, mesmo quando a gente cresce.
Ver aqueles bichos, sentir aqueles cheiros é uma experiência única, que eleva a vida da gente. Tivemos a sorte de visitar o Zoo num dia muito especial, em que a natureza tinha clima de romance no ar.
Foi lindo! Vimos a girafa, os ursinhos e os pássaros namorando.

Nesse momento, pudemos refletir sobre a grandeza da vida que se multiplica mesmo em meio a um ambiente como aquele, em que as vidas nos servem de vitrine. Fiquei com alguns alunos vendo o cortejo de um casal de ursos, que mesmo em meio ao clima confuso de S. Paulo, se namoravam pra garantir a preservação da sua vida.

Pudemos observar de perto, animais em extinção e ver, a capacidade que o homem tem de destruir para construir. De acabar com ecossistemas, matar bichos, derrubar árvores, para implantar seu conforto. Não vê com isso, que se auto-destrói.

Estamos acompanhando nessa semana o desenrolar da gripe suína (ou mexicana) e não nos damos conta de que ela é fruto, naturalmente, do nosso despreparo em lidar com os recursos naturais que Deus nos dá. Tiramos as florestas, para em seu local por cabeças e cabeças de gado, num momento em que o mundo começa a virar vegetariano. Plantamos hectares e hectares de uma soja que pouco consumimos, e para isso, assoriamos rios, afugentamos animais. Com isso, retiramos toda a nossa defesa ambiental e passamos a sofrer com enchentes, secas e veranicos.

Enfim, esses bichos nos dão uma lição e tanto, nos mostram que é possível, mesmo em meio às adversidades de um ambiente não apropriado, lutar por um mundo que ainda pode valer a pena de se viver. Para isso, só depende de nós.

Dia do Trabalho: reflexão importante!

Amanhã será feriado no mundo inteiro. Milhões de pessoas acordarão mais tarde. Muitas aproveitarão para rever amigos, familiares e amores. Outras, quebrarão a rotina viajando, curtindo uma cerveja e assim por diante.

Vai ser maravilhoso não ter que ir pra escola, pra faculdade, pro trabalho. Caramba! Mas é esse mesmo o motivo de tanta festa! O Dia do Trabalho.

Pra quem não sabe, a data pe comemorada todos os anos em referência ao dia 1º de maio de 1886, quando milhares de trabalhadores estado-unidenses foram massacrados em Chicago, por deflagrarem uma greve contra patrões opressores, que os castigavam com baixos salários e pesadas jornadas de trabalho. A luta, queria entre outras coisas, obter uma jornada de trabalho de 8 horas diárias ou 40 horas semanais.

Hoje, a situação de opressão continua. Ela assume outras formas, mas, não deixa de existir.

Somos massacrados por baixíssimos salários, pelos altos indices de desemprego - que levam as pessoas ao subemprego - pelo assédio moral, e por que não? Por jornadas estafantes de trabalho. Além disso, quem vive nas grandes cidades, convive com as conduções sempre lotadas, ou ao trânsito caótico, o que já expõe os trabalhadores ao cansaço prévio.

Na profissão que exerço, em particular, somos massacrados pela superlotação das salas de aulas, que nos deixa como Daniel na cova dos leões. Quase 50 alunos. Motivo que nos leva a desenvolver doenças da voz, estresse, depressão, etc. A sociedade nos acusa, mas não conhece a nossa verdade. Somos expostos à violência, ao desrespeito, à falta de estrutura pra trabalhar, etc.

Tenho um amigo e colega de profissão, deficiente físico, que é obrigado a trabalhar num local que não está adaptado à suas necessidades e mais: num ambiente em reforma, o que dificulta ainda mais sua locomoção. Conheço tantos outros, que em seu cotidiano enfrentam alunos que se drogam dentro do recinto escolar, e nesse ponto, há uma omissão geral.

Quando os professores vão a luta e saem da sua escola, não o fazem por baderna ou vandalismo. Ninguém gosta de marchar numa avenida, gritando palavras de ordem. Quando as pessoas tomam tal atitude, o fazem por necessidade. Caso ao contrário, estariam em seu trabalho ou em sua casa. Quando milhares pessoas repetem o mesmo gesto, é sinal de que algo está errado. Os 60 mil professores de S. Paulo, que pararam de trabalhar por 21 dias em junho de 2008, o fizeram para defender o emprego de 120 mil pessoas, que seriam colocados na rua após trabalharem por décadas nas salas de aula.

Enfim, essa data requer uma reflexão em torno de tudo o que temos de bom no nosso trabalho e do muito que temos a melhorar nele. Posso citar aqui, que estou muito feliz no meu atual ambiente de trabalho. Sou rodeada por colegas da melhor qualidade e tenho muitos bons e maus alunos. Mas, quero o melhor, sempre.

Não posso me acomodar em torno das coisas boas que tenho e fechar os olhos para as dificuldades dos meus colegas. Por isso, luto. Cada vez mais, batalho para a melhoria da minha categoria.

Diante de tudo o que foi exposto: FELIZ DIA DO TRABALHO!!!

terça-feira, 28 de abril de 2009

Dia da Educação:

Hoje, 28 de abril, é o Dia da Educação. Data que passou desapercebida na maioria das escolas que conheço. Também pudera! Poucos são os motivos para comemorar.

Temos, uma Educação em crise. Mas, uma crise, que não é do âmbito financeiro. Uma crise de valores. Uma crise de identidade. Uma crise de atitudes.

A Educação há muito deixou de ser formação na vida das pessoas, com a função de prepará-las para a sobrevivência no meio social, para tornar-se um mercado lucrativo, seja no setor privado, ou no setor público.

Vivenciamos dias em que as pessoas se reportam muito ao tema, usando entre seus argumentos, sobretudo, a palavra gestão. Fala-se muito em como gerir os recursos, minimizar custos e mesmo assim, maximizar benefícios.

A palavra meta, também tem sido muito utilizada, bem como a palavra empresa. Esquecem-se do principal: escola, alunos e professores, que cada vez mais, reproduzem as mazelas de uma sociedade que agoniza em meio à uma crise moral, de valores, etc.

A violência que está nas ruas, também se reproduz nas salas de aulas. A relação entre mestres e aprendizes, já chega ao horror do ringue, muitas vezes, ao ir lecionar, o professor sente-se adentrando a um imenso coliseu.

Não é apenas o salário, que está minímo, mas, o respeito, a valorização, a moral e assim por diante. A Educação mingua e as pessoas fingem não perceber esse fato.

Portanto, esse é o dia para que reflitamos sobre nossas práticas e omissões, conscientes de que um povo só é capaz de ser dono da própria história, quando se faz dono dela, através da Educação.

A estrada...

Hoje, enquanto eu transitava pelas ruas de Poá, na grande São Paulo, ouvia no carro a música A Estrada, cantada pelo Cidade Negra. Nesse momento, eu refletia sobre sua letra, que dá asas, para a gente pensar sobre uma série de coisas.
Na primeira estrofe da letra, tem uma grande verdade: Você não sabe o quanto eu caminhei, pra chegar até aqui. Quando a gente vê uma pessoa, enxerga nela o produto pronto do seu esforço, mas, raramente vê o que o gerou.
É muito fácil, ver o que a pessoa tem: seu carro, sua casa, seu emprego, sua família. Difícil é saber os caminhos trilhados pra se chegar a tal ponto de chegada. Os incansáveis esforços.
No ramo profissional, por exemplo, o cargo é visível. Porém, por vezes se esquece do que foi feito pra chegar até ali: o curso universitário, os cursos de formação complementar, o processo seletivo, os finais de semana de estudo e assim por diante.
Para trilhar as estradas da vida, é preciso seguir pelo caminho, tortuoso, muitas vezes. Ninguém é ou tem o produto pronto de nada. Para se ganhar status, fama, ou obter sucesso, em qualquer ramo, é preciso muita dedicação, empenho. Nada cai do céu.
No mundo real, as pessoas (na maioria das vezes), ralam para possuir o que têm. Até porque, pra ter uma coisa sólida, é preciso base. Aquele ditado que diz que tudo o que vem fácil, vai fácil, já demonstra, que as coisas que não são conquistadas, também não são duradouras.
Portanto, da próxima vez que ver meus amigos, vou me orgulhar ainda mais deles, pois saberei que o que eles conquistaram, o fizeram por mérito.

sábado, 25 de abril de 2009

A volta por cima de Benedito:

Um dos maiores autores da teledramaturgia brasileira, chama-se Benedito Rui Barbosa. Assim como Manoel Carlos é um mestre em retratar a vida cotidiana da classe média carioca, Benedito é mestre em retratar a alma do homem do campo.
Seu trabalho sempre se pautou nas coisas simples da vida, mas que são essenciais: o amor, o respeito, a família, a cordialidade e assim por diante. Suas novelas, de um jeito bem direto, transmitem mensagens que vão ao nosso coração, por revelarem um outro Brasil: o maior deles - o rural. Suas tramas, transcorrem embaladas por temas superticiosos, como o diabinho na garrafa, o cramunhão, mostrando as crendices dos caboclos.
Nós que vivemos nas grandes cidades brasileiras, nos esquecemos dessa realidade. A maior parte do Brasil vive no interior. O que significa dizer, que esses compatriotas tem um contato maior com a terra, ao contrário de nós, que em meio ao trânsito, às quatro paredes de nossas salas ou escritórios, nos esquecemos dessa realidade.
As novelas de Benedito Rui Barbosa tem uma particularidade. Ao mesmo tempo que revelam uma quase ingenuidade do homem do campo, refletem e revelam as grandes deficiências (e desigualdades) da nossa sociedade. Sempre de maneira sutil, mas, comunicando em profundidade, temas de interesse geral.
Há alguns anos, Benedito sofreu com um afastamento forçado da novela Esperança, época em que Walcir Carrasco (se não me engano), teve de aa brilhante ssumir e finalizar a trama. Na ocasião, a imprensa o acusava, o criticava injustamente, dizendo que o autor perdera o controle de sua obra - que realmente, não era das suas melhores produções - fazendo injustiça, no entanto, a toda a sua grandiosa obra, da qual, eu posso citar: Renascer, Rei do Gado e Pantanal. Essas três, grandes fenomenos de audiencia, sucesso de critica e entre os telespectadores.
Como quem sai aos seus não degenera, Benedito passa todo o seu conhecimento às filhas Edilene e Edmara Barbosa, que não tem decepcionado. Elas lhe renderam a redenção, ajudando-o no sucesso de seus remakes: Cabocla (2004), Sinhá Moça (2006) e na recente novela das seis, que está em exibição - Paraíso.
Esta última, é muito agradável de assistir. Tem um texto excelente e um grande elenco. Fico maravilhada com a interpretação da novata Natália Dill, que tem me surpreendido na pele da Santinha, além é claro, da Cássia Kiss que dá um show. Eriberto Leão também é outra fera que reafirma seu valor. Enfim, dá pra escrever a respeito de cada um.
Por ora, findo esse artigo, feliz por ver que Benedito calou a boca dos críticos, provando que quem é rei, nunca perde a magestade.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Nossos ídolos ainda são os mesmos:

Amo a música "Como nossos pais", de Belchior. Ainda mais na interpretação de Elis. Ela me leva a meditar sobre várias coisas, sobre as quais devo escrever mais adiante. Por ora, devo me concentrar no trecho da música que diz que nossos ídolos ainda são os mesmos.
Continuamos amando Roberto Carlos, Tarcíso e Glória, Tony Ramos, Antônio Fagundes e assim por diante. Porque tais pessoas fazem parte da vida da gente, de tal forma, como se a conhecêssemos pessoalmente. Elas marcam cada pedacinho importante de nossas vidas, com sua arte, com sua obra, que toca lá dentro.
Todos os artistas referidos, e tantos outros, fazem parte de algum (ou alguns) momento(s) importante(s) da(s) nossa(s) vida(s). Se pegarmos cada um, temos infindáveis momentos agradáveis para recordar, de que de uma maneira ou de outra, eles participaram, trazendo além da presença, algum significado. Contextualizam na vida cotidiana, como figuraram tantos elementos na História da Humanidade. E o melhor: contextualizam na nossa própria história!
Roberto Carlos, é rei. Essa é uma verdade, aprendida por nós desde a mais tenra idade. Foi assim comigo, creio que tenha sido da mesma forma na vida de milhares de brasileiros. Suas músicas, embalaram nosssas infâncias, nossos amores, nossas vidas. Em algum momento, nos deparamos com sua voz, com suas letras, com suas canções, seja interpretadas por ele, ou por Adriana Calcanhoto, Jota Quest, Titãs, Maria Betânia, Padre Marcelo... etc.
Sempre atuais, as letras de Roberto nos despertam pro amor, pra vida, pra Deus, pra Nossa Senhora, pras gordinhas, pros óculos, pra fim de relacionamento, enfim, pra tudo, de um modo geral.
Lembro-me dos finais de ano da minha infância, em que o rei lançava um novo disco, um grande novo sucesso, que embalava os dias anteriores ao natal, bem como as férias de janeiro. Aliás, presentear um parente querido com um cd de Roberto Carlos sempre foi sinônimo de amor e carinho. Além desses momentos, havia um especial que tocava numa rádio todos os domingos de manhã, onde eu aprendi a escutar cada música sua. Cada clássico. Sim, porque o repertório de Roberto é composto de clássicos. São tantas emoções, detalhes tão pequenos de nós dois, o concavo e o convexo. Pensando bem, amanhã de manhã...
O Rei Roberto Carlos completa esse ano, 50 anos de sucesso, um sucesso que não é só dele, mas, de todos nós que, como súditos, o amamos. Mesmo não tendo nascido no auge de sua carreira, conheço sua história de vida, me emociono com suas conquistas, amores, perdas e vibro com suas vitórias.
Já Tarcísio e Glória, que completam 44 anos de união (mesmo tempo de vida da Rede Globo), representam o amor. O casal perfeito (embora a gente saiba que não é bem assim, perfeição não existe), que mostra que amar pode dar certo. São o significado da completude. Não conseguimos dissociar um do outro.
Um casal interpretado por Tarcísio e Glória tem mais brilho, mais romance, mais aventura. São tantos papéis, tantos personagens, que a tela transborda ao exibir um brilho no olhar que sabemos ser verdadeiro. Através de Lalinha e Tide, de Páginas da Vida, pudemos vê-los declamando os mais lindos poemas de amor. Em A Favorita, vibramos ao acompanhar o reencontro de uma vida inteira, cenas incríveis, protagonizadas por Irene e Copolla. Tarcísio e Glória nunca são coadjuvantes, sempre roubam a cena e protagonizam as mais belas cenas do trabalho que realizam.
Por fim, devo dizer que a respeito de Tony Ramos, escrevi um artigo que postei dias atrás, ou seja, resta-me escrever a respeito de Antônio Fagundes, ator que há poucos dias completou seis décadas de vida. Fagundes, é um icone da beleza madura.
Seu trabalho que mais me emocionou foi em 1994, quando o ator interpretou Otávio, no remake de A Viagem. Amor como aquele, que ultrapassa os limites da vida, é dificil de encontrar. A referida trama foi uma das mais lindas que já acompanhei, numa das poucas oportunidades em que senti raiva de Mauricio Mattar. Após esse brilhante trabalho, veio o Atílio de Por Amor, novela de Manoel Carlos, em que Fagundes era um quarentão sedutor, que fazia par com Helena.
O sorriso desse personagem era algo marcante. Muitas vezes o vi com tão iluminado sorriso sobre a face, e creio que este é sem dúvida uma de suas marcas. O sorriso de Fagundes é algo que não tem preço. Gostaria muito de merecê-lo um dia, quem sabe!
Enfim, o tempo passa, mas amamos sempre as mesmas pessoas, pois nesse tipo de relação há gratuidade, desinteresse, e por isso esse sentimento é tão puro e verdadeiro. Não precisamos conhecê-los para desejar que a vida dessas pessoas especiais seja repleta de felicidades. Talvez seja justamente essa a receita de seu sucesso que dura décadas.

domingo, 19 de abril de 2009

Ronaldo Nazário dos Campos:

Hoje meu coração se encheu de alegria. Creio que não apenas o meu, mas também o de milhares de corinthianos. O meu em especial, vibrou pela força do guerreiro Ronaldo.

Num mundo em que tantas pessoas se deprimem por tão pouco, Ronaldo é um grande exemplo de superação. Enquanto as pessoas reclamam da vida por conta de uma dor de cabeça, o atleta mostrou ser possível superar contusões sérias e renascer das cinzas, como uma fênix.

Quando o mundo desacreditou em suas forças, Ronaldo ressurgiu. Foi assim em 2001, e está sendo assim atualmente. Após duas gravíssimas lesões no joelho (por menos pessoas comuns mancariam a vida inteira), elas não só foram superadas, como o atleta voltou a atividade, sendo o artilheiro da copa de 2002. Agora, em pouco mais de um mês, Ronaldo chegou a marca dos 6 gols no campeonato paulista.

Sempre gostei de Ronaldo. Só o detestei por duas vezes: quando ele cortou o cabelo como o Cascão e quando se envolveu com travestis. Não cabe a mim julgá-lo, no entanto. Lembro-me de toda a sua trajetória. Sua ida ao PSV da Holanda, deixava a minha cabeça a pensar em como poderia uma coisa dessas? Um jogador valer milhões de dólares. Como se fosse um objeto de valor, e não um homem.

Com o tempo, percebi que Ronaldo é justamente isso: um homem de valor. Não ao pé da letra, já que ele é um mulherengo inveterado. Mas, falo do homem que deu à família uma condição de vida digna, que nunca se esqueceu da vida humilde em Bento Ribeiro (subúrbio carioca), que serviu de exemplo para milhares de crianças no mundo inteiro, que atendeu ao apelo da ONU e foi ao Haiti em plena guerra, em nome da paz.

Para mim, tê-lo como jogador do meu time do coração, é muito mais que um sonho realizado. Pois, mesmo em minhas maiores loucuras, nunca o imaginei defendendo o meu timão. Hoje, essa é uma doce realidade. Como foi real vê-lo fazer um gol contra o S. Paulo, tendo dado o passe para que se fizesse o primeiro gol da partida de hoje, decisiva.

Tudo isso mostra, que Ronaldo Nazário é o homem dos campos. ele contraria as regras da baixo-estima, o senso comum, a maledicência dos invejosos. É evidente que Ronaldo não possui a boa forma de antes, mas, dentro das suas limitações físicas e da forma, ele demonstra uma grandeza, que deve ser seguida, e não criticada.

Superação, luta, raça, garra e vitória, tem um nome: Ronaldo. Do Corinthians. Do Brasil!!!