domingo, 31 de maio de 2009

Mãe Maria, 89:

Hoje, domingo, 31 de maio de 2009, é dia de celebrar a vida de uma pessoa fundamental na minha vida, não só na minha, mas na de todas as pessoas que me antecederam. Trata-se de Mãe Maria, nome dado por meu irmão, à nossa avó materna, imediatente copiado pelos netos mais novos, que significa todo o carinho e amor que temos por ela.
Maria Rodrigues Alves, nasceu da união entre Sidronio e Luzia, em 1920, na cidade de Esperança, no estado da Paraiba. Sua mãe, faleceu pouco tempo após sua chegada ao mundo. Criada pelo pai e por suas tias, cresceu em meio à doutrina protestante, fugindo desde menina para a missa. Seu amor por Nossa Senhora - Maria, mãe de Jesus - se fez presente ao longo de toda a sua caminhada.
Cristã exemplar, casou-se com Antônio, homem de mesmo nome que o de seu santo de devoção. Após o matrimônio, foi morar em Recife, a capital pernambucana, onde criou os filhos: Edson, Edmilson, Edvardes, Edna, Elizabeth, Marcos, Lúcia e Marluce. Todos vingados e criados sob os preceitos religiosos de um catolicismo acolhedor, que rendeu ao seu lar, o bonito apelido de "aeroporto", já que todos os padres passavam por lá, seja pra almoçar, jantar, lanchar, conversar ou apenas visitar.
Viúva aos 36 anos, nunca mais quis saber de relacionamento amoroso. Dedicou-se com mais fervor à religião e aos filhos.
Foi amiga de grandes homens como Dom Helder Câmara, padre Reginaldo Veloso, Adriano Jhonson e muitos outros. Destes, ganhou admiração e respeito, que valem mais que qualquer tesouro.
Com o casamento dos filhos, vieram os netos: Alecsandra, Marcelo, Bruna, Luana, Gilter e Ana Paula. Além do nome carinhoso, vieram ensinamentos preciosos, vindos de uma mulher que sabe catequizar, servir, amar e consolar como ninguém.
Dos casamentos das netas, vieram sua paixões: os bisnetos - Amanda, Gabriel, Maria Luísa e Antônio Vítor.
Fica registrada assim, uma pequena homenagem a uma mulher batalhadora, guerreira, que é exemplo de vida em santidade e oração. Sua sabedoria e simpatia conquistam a todos.
Só nos resta agradecer a Deus por todas essas décadas e anos de uma vida intensa, sábia e cheia de bondade. É motivo de grande alegria pertencer a essa família e saber que a nossa linda história começa na nossa sempre querida: Mãe Maria.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Mais um livrinho deseducativo de Serra:

Como se nao bastasse o livro Dez na área, dois na banheira e ninguém no gol, que faz apologia ao uso de drogas, ao crime organizado, que incita ao sexo desregrado e ao preconceito sob vários aspectos, hoje foi noticiado na imprensa um novo livro, que é uma aberração e foi enviado às crianças de terceira série do ensino fundamental. Trata-se de um livro de poesias, em que constam poesias do tipo: "não ame, estupre."
Isso demonstra a incompetência da gestão educacional paulista, cuja equipe demonstra um despreparo para lidar com o material pedagógico, para lidar com as pessoas, enfim, que não sabe do que se trata a educação, propriamente dita.
A elaboração de projetos de lei que visam reduzir as jornadas de trabalho e demitir cerca de 80 mil profissionais da educação demonstram o descompromisso do governo, que lucra com cidadãos menos preparados intelectualmente, visto que a ausência de reflexão gera um despreparo ao questionar, ao eleger e ao cobrar os poderosos.
Contudo, não se pode creditar essa irresponsabilidade dos gestores apenas a eles próprios. Isso deve ser creditado a toda a sociedade que o elegeu, que confirmou nas urnas a liderança do Estado que mais arrecada no país e menos paga ao funcionalismo. Aos eleitores que permitiram que a política neo-liberal ganhasse força e forma no estado ano após ano, nesses últimos governos do PSDB em S. Paulo.
Ao permitir que Serra se tornasse governador, era previsível que os rumos de sua gestão seriam o arrocho salarial, as sobretaxas e os ataques ao funcionalismo, posto que foram exatamente essas as medidas tomadas por ele a frente da prefeitura da capital paulista.

Pedofilia:

Atualmente, tem sido posta em discussões do senso comum, um tipo de violênci que por séculos ficou escondido na podridão da sociedade. Algo que ganhou forma na Idade Antiga, na Grécia, pra ser mais precisa, mas que chegou aos dias modernos, se aproveitando da impunidade e da falta de esclarecimento das pessoas.
Pedofilia, etimologicamente, significa amor por crianças, porém, não o amor que se deve ter por elas - aquele que requer cuidado e proteção - nos dias de hoje, pedofilia é sinonimo de uma doença, capaz de levar pessoas a cometer um crime contra a infância e pureza.
Pedófilos são gente acima de qualquer suspeita, eles agem nos mais diversos locais da sociedade e usam de seus status social, muitas vezes, para usar as crianças para sua satisfação doentia. Para combatê-los, é dificílimos, pois estão infiltrados em toda a parte e agem cautelosamente.
Seu meio de divulgação é a internet, de modo que devemos ficar alertas e verificar os sites e as ações dos pequeninos na grande rede de computadores, a fim de protegê-los. E não é só. Não se pode confiar uma criança a qualquer pessoa. Em muitos casos, os próprios genitores e parentes próximos da criança são os responsáveis por abusos e maus-tratos. Todo o cuidado é pouco.
A sociedade deve prestar atenção a tudo o que foi exposto e não ser conivente, denunciando e não se omitindo diante de fatos e evidências. Esses atos impensados, geram traumas profundos, que abalam a vida das pessoas que sofrem essa agressão. É preciso dar um basta em todas as redes de pedofilia e proteger nossas crianças.

Conflito entre as Coréias: o mundo em alerta.

Nos últimos dias, temos visto na imprensa falada e escrita, o alerta da ONU em relação aos testes nucleares e de mísseis feitos pela Coréia do Norte na semana passado, que têm gerado insegurança no mundo inteiro. Além do medo de uma nova guerra, e da provável tragédia nuclear, é preciso entender as raízes que levaram ao conflito.
Como se sabe, a Segunda Guerra Mundial, dividiu o mundo em dois grandes blocos: de um lado, russos - socialistas; de outro, estado-unidenses - capitalistas. Após o conflito que mobilizou as grandes potencias mundias do período, surgiu a Guerra Fria, num misto de política, ideologia e economia, tudo congregado.
O território coreano, foi dividido em meio ao conflito, ganhando como limite entre as duas visões, o paralelo 38º, onde o norte ganhou o apoio russo e o sul o apoio dos Estados Unidos. Evidentemente, essa divisão também dizia respeito a sua orientação política (socialista e capitalista) refletindo grandemente na economia de ambas, que transformaram-se em países distintos. Todos esses fatos, ocorreram a partir de 1946.
Em 1950, os dois países iniciaram uma guerra, em que os Estados Unidos e as Nações Unidas se aliaram ao sul, e a China e a Rússia ao norte. O conflito durou até 1953, e teve como saldo a morte de cerca de 4 milhões de pessoas.
No entanto, o final da guerra não foi oficializado até os dias atuais, a relativa paz ocorreu graças ao Armísticio de Pamnunjon, assinado em 27 de julho de 1953. De tempos em tempos, as duas Coréias se estranham por alguma razão. Isso se deve ao fato de o país do sul ter se desenvolvido de maneira grandiosa, graças ao sistema capitalismo, ao contrário do vizinho nortista, que é governado por um regime autoritário.
O grande problema, é que a Coréia do Norte vem investindo em armamento nuclear e em armas de longo alcance. Por outro lado, os Estados Unidos, acompanham a situação de perto, no intuito de se envolver no conflito para "proteger" o mundo e obter novos mercados para atuar, ganhando mais lucratividade.
Enquanto os países ocidentais acompanham o que se passa naquela região da Terra, nós podemos ver a morte de milhares de pessoas inocentes, que tem seu território e sua vida ameaçada em nome da ganancia pelo poder.
Fica a torcida para que nada de mais grave aconteça no oriente. A esperança em uma saída pacífica para tudo isso.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Em que mundo vivemos?

Em dias como hoje, em que estou meio desanimada, paro para refletir e penso: em que mundo vivemos? Como se não bastasse a violência que nos cerca e nos assola nas ruas das grandes cidades desse país; a impunidade que ampara autoridades crimonosas que atropelam e matam e vão para o Albert Stein se tratar; a corrupção de mensaleiros que roubam o sagrado dinheiro dos nossos impostos, e assim por diante, temos de conviver com o descaso. O descaso de um governo que nos atormenta, que nos maltrata, nos humilha e tripudia sobre nós.
Somos os mesmos que os elegeram. Os mesmos que demos um voto de confiança e uma procuração para que nos representasem. Os mesmos que por alguns instantes confiaram o seu destino a eles.
Que mundo é esse, em que temos de lutar para manter o direito adquirido a duras penas e graças ao sacrificio dos heróis que nos sucederam? Onde vemos uma educação que deseduca e leva à crianças da 3ª série um livro que faz apologia ao crime, às drogas e ao sexo banalizado.
Que mundo é esse, onde pais jogam filhas pela janela e ex-namorados atiram na cabeça de suas amadas por amor? Amor? Onde está esse sentimento, em uma sociedade incapaz de compadecer-se de si mesma?
Vemos pessoas rivalizando a todo o momento, como se vivessem num eterno ringue, em que é necessário sair-se vitorioso sempre. Não há espaço para a gentileza, a cordialidade, o respeito. São atitudes egoístas que vão se repetindo no trânsito, em que poucos cedem seu espaço para alguém, no metrô, onde empurrar os demais passageiros é visto como uma atitude normal.
Estamos nun estágio evoluído de individualismo, onde nos escondemos nos fones de ouvido e já não olhamos ao nosso redor. Não há espaço para perceber o valor e a grandeza da vida.
Até quando Deus? Até quando?

segunda-feira, 25 de maio de 2009

João, ele é o cara:




Ao longo da vida, nos deparamos com milhares de pessoas maravilhosas, que possuem características que nos encantam por diversos motivos. Agradeço a Deus, porque, isso sempre acontece comigo, desde a mais tenra idade. Sempre encontro no meu caminho verdadeiros anjos, para me auxiliar, me conduzir, me inspirar, me animar e dar sentido a minha vida.

Com relação ao meu amigo João, não poderia ser diferente. João por si só, já é um nome especial, ao significar que Deus tem piedade. Realmente, Deus foi piedoso e bondoso ao me enviar uma pessoa com tanta alegria, felicidade que transborda, cheia de energia positiva e solidariedade, etc, etc.

Como se tudo isso não bastasse, João é lindo, simpático, inteligente, dotado de um intelecto raro, com uma percepção privilegiada com relação a tudo o que se relaciona à Geografia, disciplina da qual é especialista.

Em meu albúm de fotografias do orkut, sua presença é uma constante nos meus Bons Momentos, pois, sempre compartilhamos de horas de dores e delícias. Juntos, tanto com relação ao lado profissional, quanto ao lado pessoal, dividindo uma amizade que não deixamos que se abale por questões pequenas, pois somos grandes, apesar de nos permitirmos gestos de pequeninos.

Hoje, essa pessoa, que me deixa o tempo todo ser feliz, graças a pequenas atitudes de bondade que beiram mesmo a poesia, esse ser iluminado a quem me refiro com grande satisfação em minhas férias, lamentando sua ausência, chega à três décadas de uma vida iluminada por Deus.

Quero por esse motivo homenageá-lo e agradecê-lo por sua existência tão digna sobre a terra. Por seu exemplo de humildade e por seu caráter. Quero registrar a minha amizade e o meu reconhecimento por tudo de bom que vivemos ao longo dos últimos anos.

Afinal, amigos também dizem: EU TE AMO.

A arrogância de Susana:

Semana passada, vi uma cena que me deixou estarrecida. A atriz Susana Vieira - famosa por namorar homens muito mais jovens do que ela e acabar se envolvendo em escândalos por causa deles - caiu numa incrível contradição. Ora, ela que sempre defende a bandeira da idade não ser problema pras pessoas se relacionarem, simplesmente tomou o microfone da mão da repórter e apresentadora do Vídeo Show, Geovanna Tominaga, alegando não ter paciência com quem está começando, dando uma clara demonstração de arrogância e demonstrando incoerência com suas atitudes.
A esse respeito, acho propício uma reflexão: tanto a juventude quanto a maturidade tem sua graça e beleza. A juventude tem esse frescor e sabor da novidade, pressupõe o aprendizado e a adaptação ao novo mundo. A maturidade, possui as marcas da experiência, que também pressupõe sabedoria.
Porém, ambas requerem humildade do indivíduo, pois o jovem que não se abre a escuta, perde a oportunidade de aprender, porém, o velho que não tem paciência, perde a oportunidade de compartilhar sua sabedoria. Se não for dada a oportunidade do jovem aprender com seus próprios erros, ele nunca camihará com suas próprias pernas, sendo dominado pela insegurança.
Atitudes como a tomada por essa senhora, mostram, que na realidade, todos os anos de carreira que esta possui, não lhe foram suficientes, pois, essa alto-afirmação é prova evidente de sua incerteza com relação à vida, pois as pessoas que tem convicção com relação a si mesmas, não tem necessidade de provar nada a ninguém, muito menos de humilhar as pessoas.
Tenho horror a pessoas que gostam de se fazer superior. Na vida, somos todos iguais. Quando a morte chega, pouco importa a posição social ou a experiência social do individuo. Todos terminam como pó.
Portanto, que esse triste episódio nos sirva de lição, como exemplo do que não se pode fazer. Como não se desrespeitar o próximo.